Soir de Lune,
um aroma fascinante e voluptuoso
Fragrância carnal e sofisticada, Soir de Lune é um perfume privilegiado. Daqueles em que Isabelle e Hubert d’Ornano adoram trabalhar por pequenos toques, como num quadro.

Um perfume nascido de um projeto desenvolvido em simultâneo com outros. Uma fórmula floral e com um acorde de chipre que Isabelle d’Ornano sonhara livre das tendências. Desses aromas que encontramos e que se revelam da melhor forma na pele. Isabelle e Hubert d’Ornano não recusaram nada a este perfume excecional, criado com as melhores matérias-primas, sem olhar a custos. Uma joia cinzelada com paixão, sem concessões. O fruto de seis anos de trabalho.
Uma assinatura elegante, com uma plenitude sensual, como uma lua bela e longínqua.
—Hubert d’Ornano
Um grande floral
com um acorde de chipre moderno
Soir de Lune 100 ml

La gamme Soir de Lune

Un chypré floral apetitoso, moderno e romântico

Fragrância feminina - um chipre floral

Volume: 100 ml

O frasco de Soir de Lune
Isabelle e Hubert colocaram este elixir num frasco precioso com uma tampa esculpida, criada pelo artista polaco Bronislaw Krzysztof, cuja embalagem evoca uma noite estrelada, branca e cintilante: uma noite de festa.
Um passeio inebriante
Esta partitura noturna revela-se numa lentidão carnal. Enche-se com os últimos raios de sol e a nota cítrica da bergamota. Sob um céu púrpura vibram especiarias quentes, prelúdio deste inebriante passeio à luz do luar. Nos jardins, a rosa centifolia envolve o jasmim e a mimosa num abraço sensual, arredondado por um toque de pêssego entrelaçado com uma brisa de Lírio. No coração da noite, o acorde de chipre manifesta-se com languidez, em redor do musgo de carvalho e das nuances escuras do patchuli, orlados por um untuoso sândalo e notas almiscaradas.
Soir de Lune
Edição Limitada
Como uma prova de amor, os astros transformam-se em diamantes e iluminam com os seus reflexos prateados o frasco emblemático de Soir de Lune, lacado para a ocasião num azul-escuro platinado, conferindo assim um novo brilho ao grafismo revisitado por Isabelle d’Ornano.